
A última carta by Cecelia Ahern
Cecelia Ahern

Cecelia Ahern
A aguardada sequela do fenómeno romântico mundial P. S. Eu amo-te (mais de 1 milhão de exemplares vendidos) Quando o amor é eterno, há sempre algo mais para dizer Faz sete anos que o marido de Holly Kennedy morreu - seis, desde que ela leu a sua última carta, na qual lhe pedia que encontrasse coragem para forjar uma nova vida. Holly orgulha-se da forma como tem evoluído e crescido. Até que recebe a mensagem: "Precisamos desesperadamente da sua ajuda, Holly. Estamos a ficar sem ideias e ... " - ela respira fundo, em busca de energia - " todos nós estamos a ficar sem tempo." Os membros do Clube P. S. Eu amo-te, inspirados nas últimas cartas do seu marido, Gerry, querem que Holly os ajude a escrever as suas próprias mensagens de despedida para os que lhes são queridos. Holly vê-se atraída, de novo, para um mundo que se esforçou tanto por deixar para trás. Relutante, começa a relacionar-se com o clube, mesmo quando a amizade deles ameaça destruir a paz que ela acredita ter alcançado. Porque cada uma dessas pessoas espera de Holly a ajuda para deixar algo significativo àqueles que mais ama, ela embarcará numa jornada notável que a desafiará a questionar se abraçar o futuro implicar trair o passado e o que significa amar alguém para sempre ... Os elogios da crítica: «Uma história maravilhosa, encorajadora e comovente que vai pôr os leitores a chorar, mas os deixará, sem dúvida, de alma cheia.» Irish Independent «Tocante, cheio de humor... vital. Ahern escreve com honestidade e empa

«Uma história maravilhosa, encorajadora e comovente que vai por os leitores a chorar, mas os deixara, sem dúvida, de alma cheia.» Irish Independent
| Autor | Cecelia Ahern |
|---|---|
| Editorial | SUMA DE LETRAS |
| Páginas | 363 |
| Publicación | 2020-02-07 |
| Idioma original | 🇪🇸 Español |
| ISBN-13 | 9789896659967 |
| ISBN-10 | 9896659966 |
Recomendaciones 1 persona la recomienda
«Uma história maravilhosa, encorajadora e comovente que vai por os leitores a chorar, mas os deixara, sem dúvida, de alma cheia.» Irish Independent